Como os clubes estão se virando sem patrocínio de bets

Como os clubes estão se virando sem patrocínio de bets

Como os clubes estão se virando sem patrocínio de bets


Desde que a proibição das casas de apostas entrou em vigor no dia 5 de outubro, os clubes da Série A do Brasileirão precisaram se reinventar para preencher o espaço nobre das camisas. Diversas estratégias foram adotadas para lidar com a ausência desses patrocinadores, que eram comuns entre as equipes.

Nove clubes, incluindo Atlético-MG, Bahia e Cruzeiro, optaram por deixar suas camisas sem qualquer substituto imediato. Com o tempo apertado para encontrar novos parceiros, algumas equipes preferem aguardar propostas mais vantajosas antes de firmar novos acordos.

Vasco, Athletico-PR e Botafogo decidiram promover seus programas de sócio-torcedor. Essa estratégia busca aumentar a base de associados e garantir uma receita estável sem depender de patrocinadores externos. Já Flamengo e Santos usaram o espaço para mensagens institucionais: o Flamengo contestou a proibição com “Proibir não é Proteger”, enquanto o Santos destacou seu Instituto Leão do Mar.

São Paulo e Fluminense encontraram uma solução dentro do mesmo grupo empresarial ao substituir a Superbet pela Superscore, uma plataforma de dados esportivos que não se enquadra na categoria proibida. Enquanto isso, Corinthians e Internacional fecharam acordos pontuais com a Shopee para jogos específicos, garantindo visibilidade temporária em seus uniformes.

Mirassol e Red Bull Bragantino não precisaram realizar mudanças, pois já contavam com patrocínios que não envolvem apostas. O Mirassol segue com Guaraná Poty, enquanto o Bragantino mantém a marca Red Bull.

Com informações do Máquina do Esporte.
 

Foto: reprodução/máquina do esporte

Fonte: SuperVasco‎‎‎‎‎‎

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